sexta-feira, outubro 24, 2008

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Hoje corrompo o meu sangue, destruo a minha mente, nado furiosamente contra a corrente, fico cega com a pressão, emociono-me com a fragilidade do meu coração.
Fito a vela que num gesto inconsciente resolvi acender e que me oferece o esboço do meu rosto. Deixo as lágrimas percorrerem os caminhos que sonhei e comovo-me com as minhas carências. E cumpro...cumpro estas linhas, violento o meu corpo, atormento a minha mente e em todo este silêncio, apenas se escuta o meu grito! Nada imploro, nada peço, mas não te assustes com a minha franqueza, tenho medo...tenho tanto medo….