quinta-feira, maio 18, 2006

Eu



Não me busques
Nas angustias de que te vestes
Não me busques,
Nas palavras que não digo
Não me busques,
Nos sentires que não conheces
Não me busques,
Nos caminhos que eu não sigo

Encontra-me,
No silêncio que te acalma,
Encontra-me,
Nas palavras que eu clamar,
Encontra-me
Na nudez da minha Alma,
Encontra-me
Nos trilhos que eu traçar.

É assim que quero que me vejas
É assim que eu quero e que me dou
É assim que me afasto de incertezas
Sendo apenas aquilo que eu sou.

20 comentários:

Vlad disse...

Não sei se quando "geraste" este poema tinhas em mente uma letra para uma música... mas que era perfeito para uma música era... fantástico!
bjnhs ;)

Lobaaaaaaaaaaaaaaaaa disse...

Igarita, não tenho comentado no teu blog... primeiro porque não tenho muito jeito para comentários que estejam ao nível dos teus posts e depois porque tenho a sensação que já comentei estes textos... São lindos... continua! Beijos mil em tu.

Pinochio disse...

Minha doce amiga nós gostamos muito de complicar as coisas simples. Gostamos de transportar para os outros as nossas angústias e frustrações. Gostamos de pôr nos outros intenções que nunca tiveram e acusá-los de coisa que nunca disseram.Gostamos ainda de julgar as pessoas sem as conhecer minimamente. Dizes bem, não te procurem nos caminhos que não são os teus. Mas para te encontrarem é preciso que te conheçam e saibam quais os percursos que percorres.
A vida por vezes até é fácil se formos honestos, com os outros e connosco mesmo. Sem anonimato e sem enigmatismo. Esses não fazem falta a ninguém.

igara disse...

Pinochio meu amigo, não são os anónimos que me levaram a escrever este poema. Quem me levou a escrever este texto, foi tão só e apenas as pessoas a quem em dou, que deveriam saber e me conhecem o suficiente, para saberem que eu não gosto que pensem por mim.

Não tem nada a ver sequer com as pessoas que me leêm aqui, porque aqui é impossivel que nos conheçamos tal como somos, fazemos apenas ideias, e atribuímos a cada um, um lugar especial nos sentires.

A verdade, é que me habituei a exprimir na escrita, as coisas que me alegram e as coisas que me fazem triste. Não é com o sentido de me dirigir a ninguém em especial meu amigo, é mais em jeito de desabafo, que escrevo o que me vai na Alma.

Um beijo muito mansinho, e um abracinho apertadinho meu amigo! :)

igara disse...

Pinóchio...só uma coisinha...senti a falta dos beijinhos mansos :)

Pinochio disse...

Minha boa e doce amiga, eu entendi perfeitamente o teu poema e em momento algum pensei que ele tivesse a ver com algum dos teus leitores fiéis, ( ou infiéis), aqui no blog. Não fui um pouco confuso nos termos com que acabei o comentário. Era eu que estava a a dirigir-me em forma indireta a um dos teus leitores, aquele que é anónimo e enigmático. Como tenho por hábito ser frontal, quando recorro à insinuação falho completamente. Mas já agora esclareço melhor, à minha maneira:
No post anterior quando comentei assinei como Tulipa Negra, mas gosto muito mais do Pinochio. Depois esclareci que os dois nomes correspondiam à mesma pessoa."Para que conste", escrevi eu. Logo de seguida o Anónimo escreveu, " Nem sabes a falta que me fazes". Naturalmente tudo leva a crer que fosse para ti, mas como eu sou saloio, e os saloios são um pouco desconfiados, pus a possibilidade de ser uma piada dirigida à minha pessoa. Daí a resposta. Já tinha ficado com a pulga atrás da orelha com a história do " vampirinho dengoso". Desculpa abusar deste teu espaço, porque para além de ser teu tu não mereces que aqui se promova a polémica. Devo no entanto dizer que este espaço de comentários está a ficar interessante por se registar aqui já alguma interactividade. Espero agora ter sido menos confuso, e que acredites que eu entendi mesmo o teu lindo poema. Mil beijinhos...mansos...mansos. Sabes que és a minha amiga especial destas andanças. Muito especial.

Pinochio disse...

Desculpa mas o texto anterior está mal escrito e continua algo confuso. Tenho o péssimo hábito de escrever de rajada e não visualizar o texto antes de enviar. Depois saem preciosidades como esta. Abracinhos e beijinhos mansinhos.

pataininiti disse...

Minha mana mailindadomundo. Só tu mesmo para escreveres esta beleza. E mais mais importante para mim é o facto de me identificar com muito do que escreves. És linda. Beijo enorme desta mana cheia de saudades. Beijos a todos os que aqui postam, pelo coração e sensibilidade que demonstram. Beijos com alma e cheiro a mar salgado.

Tacitus disse...

Não te busco mas gosto daquilo que virtualmente me ofereces...fantástico! Um beijo e um abraço apertadinho

Rats disse...

Kuase que desisto de te buscar
porke não sei como me aproximar
mas bate a saudade
ficou a amizade
mesmo sem agora
já houve um passado
e quando te recordo
é com a verdade
do gostar

igara disse...

Pataininiti, minha irmã virtual, que bom vir aqui e encontrar-te, que saudades. Acredita que até me chegaram as lágrimas, bolas bolas, bolas....

Já tinha saudades dos teus beijos salgadinhos como o Mar, e desse teu jeito que tens de me chamar linda, lindos são os teus olhos, porque me veem assim.

Abraços muitos, embrulhadinhos em Saudades, e beijos calminhos, que sintas no coração! Adoro-te Mana!

igara disse...

Rats, se um dia me procuraste e encontraste, se um dia tiveste de mim amizade, se tivemos um passado e se me gostas em verdade, será assim que devias procurar-me, sem desistir de o fazer!

Se um dia chegaste a mim dessa forma, saberias, que as amizades me ficam no coração num lugar onde não as perco.

Um beijo manso :)

Anónimo disse...

Pinochio, fico feliz por saber que a Igara, tem amigos como tu. Eu escrevo como anónimo, apenas porque existe essa possibilidade e eu perfiro chegar aqui dessa forma. Não é nada dirigido a si, porque sem duvida que me dirijo apenas e só á Igara. Igara será sempre um sonho, a existencia mais linda que tocou a minha vida. Ela será sempre a Alma de india que me sopra os sonhos, é lá que a vou encontar sempre. um beijo minha querida

Pinochio disse...

Caro Anónimo, estou esclarecido e satisfeito. Os saloios quando deixam de ser desconfiados são amigos de verdade. São gente boa. Um abraço amigo. Igara desculpa este abuso, mas não queria deixar no ar mal entendidos. Para mim este assunto nunca existiu. Beijos mansos para ti. Não, não são para o anónimo, para ele vai um forte apertão, ( à saloia).

Passo disse...

:) belas palavras q encontes e q sejas encontrada como bem mereces :) beijos

Anónima disse...

Está lindo, parabéns! O amor só faz sentido, quando o outro nos aceita tal como nós somos, de outra forma não resulta... Um beijo

Pluma(princesavirtual) disse...

Clap clpa clap...aiiiii como nós (eu não que não sei escrefer desta forma ehehe) as mulheres somos sublimes. Gostei :D e da foto tb...acho que já a tinha visto num outro blog. :)
Beijosss da Princesa Virtual´

Ps. Gostei do teu comentário à escalada, confesso que essa parte da mulher/mãe que és me encanta

Anónimo disse...

Anónimos há muitos seu palerma...

Crowe disse...

E é assim que te lemos... no meu caso cantei... porque não sei porque dei por mim a cantar os teus versos... manda musicar este mulher... ja tens quem compre o single!

Carolas disse...

Inspirador, e deviamos sp tentar ir á procura de sermos felizes, sendo nós próprios:)